Fabiana Éboli Santos | O que os olhos não veem | Setembro de 2001
O trabalho fez uso de lentes de grau e luz, de modo a projetar focos luminosos em movimento, buscando evidenciar o lapso que existe entre o que se vê e a coisa em si. A fronteira entre o visível e o invisível remete a tudo aquilo cuja existência física não é percebida pela visão.
"O que os olhos não veem" fala das infinitas possibilidades de olhares sobre o mundo.
