Estudio Dezenove
Vitrine Efêmera

Magliani | Retratos de ninguém | Outubro de 2003

Obras em três dimensões se espalham pelo chão da vitrine, nas paredes recortes de cabeças, personagens do vocabulário da artista a nos revelar sua carga dramática. Segundo Denise Mattar todas as figuras trágicas e sofridas de Magliani se rendem à impossibilidade de comunicação, elas se entregam, e se tornam uma multidão de rostos – sem corpo. São rostos anônimos, que não falam, não pensam e nem sequer sofrem. Rostos diferentes mas estranhamente iguais, pequenas ilhas de medo - retratos de ninguém.